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...bem vindo a porta que te levará a viajar comigo; que te fará meu companheiro(a) em cada nova aventura... e história nas antigas; venha, vamos juntos conhecer o mundo... Andarilho.

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Rolim de Moura, Rondônia, Brazil
...Motociclista aventureiro, apaixonado pela vida e pela liberdade... ...Antonio o Andarilho; é natural de Dourados –MS, tem 43 anos; autodidata em moto turismo; é otimista, prega e tem por objetivo: viver a vida intensamente com responsabilidade; preza pela direção defensiva e responsabilidade no trânsito, é disciplinado e adora desafios; membro das redes: Brazil Rider's, AME-BR e Irmandade Sem Fronteiras ; fundador e membro ativo do Moto Grupo Expedicionários da Amazônia; também membro da Iron Butt Association, Iron Butt # 45.581 do mundo; não é apegado a bens materiais; vive em Rolim de Moura –Rondônia -Brasil, com sua esposa e dois filhos menores; ex militar do Exército, atualmente comerciante; possui vasta experiência em viagens de curto, médio e longo alcance; e tem prazer em planejar, organizar e executar expedições, viagens e passeios; sempre muito bem acompanhado por sua fiel companheira "Sarita", sua Nx 350 Sahara 1999, a qual possui e viajam juntos a muitos anos; conhecedor da mecânica básica de motos; fala espanhol; e possui curso e estágio de 1ºs socorros e sobrevivência do Exército Brasileiro. Informações e contato; e-mail: andarilhoexpedicoes@gmail.com

quarta-feira, 22 de março de 2017

Expedição Machu Picchu; 9º dia-10 de julho de 2008

Depois de quase 10 anos encontrei meu caderninho com nosso diário de bordo e então estou postando...

Leia o texto se quiser entender as fotos abaixo; obrigado.

Levantamos antes das 06:00 h; nos serviram o café mais cedo; após o café, a Sharo, recepcionista do hotel, nos levou de táxi até o lugar onde embarcamos no micro-ônibus para Ollantaytambo. Ali ela nos passou todos os bilhetes e orientações, bem como o nome do nosso guia, que nos receberia em Ollantaytambo. Seguimos para Ollantaytambo; a estrada ainda estava bem cheia de pedras, resultado das paralisações e bloqueios, que realmente pararam aquele país naqueles dias. 
Chegamos à estação de trem de Ollantaytambo, pegamos o trem e seguimos para Águas Calientes; cidade base de Machu Picchu. Ali pegamos um micro-ônibus e subimos para a entrada da Cidade Sagrada. Chegamos recebemos as orientações de nosso guia, Willy Meza, muito profissional e humorístico também. Então depois das catracas de entrada, começamos a subir por uma trilha para somente depois adentrar à Machu Picchu. 
Enquanto subíamos, escutamos alguns gritos, tipo; com licença, com licença! Um guarda parque falava no rádio enquanto corria, o outro carregava uma maca. Passaram por nós correndo; até então pensamos que se tratasse de um pequeno acidente, como por exemplo, alguém ter caído de alguma escadaria de pedra e se machucado; mas mais um pouco a frente, depois de uma curva, vimos uma mulher caída no chão da trilha; cercada por provavelmente parentes e amigos, e alguns choravam muito. Passamos sem parar em respeito à situação; pouco depois ficamos sabendo que aquela senhora realmente havia falecido em decorrência de um ataque cardíaco fulminante; muito triste... mas nossa vida continua e temos que realmente viver, pois não sabemos até onde vamos... 
Enfim adentramos Machu Picchu; grande, espetacular, misterioso, alto, muito bem planejado, lindo demais... Ficamos duas horas com o guia, que nos explicou tudo sobre aquele lugar fascinante; depois tempo livre, para realmente conhecermos Machu Picchu do nosso jeito. Passamos o dia subindo e descendo escadas, com seus degraus de pedras, labirintos... tudo muito interessante; é muito grande, foi uma cidade realmente, onde viviam mais ou menos 380 famílias, e uma população em torno de 1.800 pessoas; conhecemos tudo, andamos muito; muitas fotos. 
Então chegou a hora de descermos, pois às 18:00 h o trem partiria para Ollantaytambo; descemos, pegamos o micro ônibus, fizemos um lanche em Águas Calientes; o Roberto acessou nosso blog rapidamente "Blog do Professor Roberto" (http://robertocamposoliveira.blogspot.com.br/), na época eu não tinha blog, o Roberto é que escrevia no blog dele(é claro que isso me inspirou a também criar meu blog); mas eu fazia meu diário de bordo, todas as noites em meu caderninho, que é esse aqui que você está lendo. 
Depois do lanche, pegamos o trem de volta a Ollantaytambo; chegando entramos no nosso micro ônibus “Bus Lucy”, que já nos aguardava, e seguimos para Cusco, onde chegamos às 22:00 h, com muita fome. Jantamos, e fomos para o hotel dormir, felizes da vida por termos conhecido Machu Picchu; que inclusive dava nome a nossa expedição. 


 Machu Picchu

 No micro-ônibus indo para Ollantaytambo



 Estação de Ollantaytambo

 Dentro do trem, sentido Águas Calientes

 Vale fértil por onde o trem passa





Chegada à Águas Calientes



 Águas Calientes

 Entrada (catracas) para Machu Picchu

 Um trem visto de cima

 Lhamas na pequena trilha para Machu Picchu

 A morte da turista européia na trilha

 Esse "doido" tava com o pé quebrado de muleta e tudo nessas infinitas escadarias



 Enfim, Machu Picchu, a cidade sagrada dos incas





 Lindo demais; assa engenharia é colossal

 Entrada da Cidade Sagrada







 Ao fundo, essa montanha mais elevada é Wayna Picchu; observatório inca

 Degraus para plantação na época

 Templo do Sol


 Templo de Las Tres Ventanas

 O tempo está abalando aos poucos as estruturas de Machu Picchu







 A Pedra Sagrada; uma espécie de relógio

 É nós em Machu Picchu; um sonho se realizando



 Linda essa foto... tranquilamente ela observa Wayna Picchu

 Wayna Picchu























 Labirintos

 Condor

 Local de sacrifícios e oferendas ao Condor

 Passagens subterrâneas



 Água canalizada funcionando até hoje

 Essas canaletas abasteciam várias cacimbas ao longo de seu trajeto



 Cacimba que abastecia as casas dessa região, dentro de Machu Picchu; existem várias delas espalhadas estrategicamente em regiões tipo pequenos bairros





 Saí bichooooo!!!

 Sismógrafo; usado para medir a intensidade de um terremoto ou abalo sismico na Escala Richter

 Viscacha; um tipo de coelho selvagem ou lébre

 Essas pedras impressionam pelo tamanho e arrumação



 Roberto na beira do nada

 Essas casa eram todas cobertas assim na época; as pedras duram muito, já as palhas não; então aqui refizeram essa cobertura para mostrar como eram antigamente essas casas

 Andarilho e Roberto em Machu Picchu



 Linda vista; as casas vistas de cima

 Eu fazendo uma foto... a próxima foto é o resultado desse click

 Linda foto; lindo click kkkkkk



 A estradinha em que subimos de Águas Calientes para Machu Picchu de micro-ônibus

 Hiram Bingham descobriu Machu Picchu perdida no mato em 1911

 De volta a entrada de Machu Picchu; pegar o micro-ônibus e descer para Águas Calientes

 Águas Calientes



Fazendo uma boquinha antes de pegar o trem de volta