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...bem vindo a porta que te levará a viajar comigo; que te fará meu companheiro(a) em cada nova aventura... e história nas antigas; venha, vamos juntos conhecer o mundo... Andarilho.

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Porto Velho , Rondônia, Brazil
...Motociclista aventureiro, apaixonado pela vida e pela liberdade... ...Andarilho autodidata em moto turismo; é otimista, prega e tem por objetivo, viver a vida intensamente com responsabilidade; preza pela direção defensiva e responsabilidade no trânsito, é disciplinado e adora desafios. Possui vasta experiência em viagens de curto, médio e longo alcance; e tem prazer em planejar, organizar e executar expedições, viagens e passeios; sempre muito bem acompanhado por sua fiel companheira "Sarita", sua Nx 350 Sahara 1999; manja da mecânica básica de motos e fala "portunhol" 🤣

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Dia 08 de maio: Potosí – Uyuni 2oo kms


Essa noite foi bem difícil, eu o Fabio sentimos muito o “mal da altitude”, o Fabio não dormiu nada, eu ainda dormi um pouco; então hoje de manhã nós estávamos nos sentido muito mal, dor de cabeça e enjôo, devido aos 4.100 msnm em que dormimos, ou melhor tentamos; no lugar de irmos a Mina no Cerro Rico, fomos ao hospital, passamos pelo médico, consulta a B$ 18,00 equivalente a R$ 6,00, e os remédios B$ 46,00 equivalente a R$ 15,00; mas valeu a pena pois estamos bem agora, só que ainda tomando os remédios; voltando do hospital, repousamos um pouco e depois arrumamos a bagagem, almoçamos ainda em Potosí e partimos para Uyuni, onde já chegamos na boca da noite; deslocamento tranquilo, a não ser por um bloqueio na chegada de Uyuni, tipo uns 03 kms antes da cidade, a estrada fechada por pedras e um monte de gente lá não deixando ninguém passar; chegamos e tentei explicar que estávamos com frio e que éramos brasileiros... mas não teve jeito, nos mandaram voltar e pegar uma estrada de terra, que chegaríamos a Uyuni, e assim fizemos e logo chegamos sem outros problemas; quando chegamos aqui, próximo das 19:00 hs a temperatura aqui era 7ºC, de madrugada vai quase zerar. Aqui no hotel conhecemos 03 motociclistas de Juiz de Fora – MG, André, Tikin e Hotto; fomos jantar juntos e conversar um pouco, afinal é pra isso que saímos de casa, para conhecer novos lugares e fazer novas amizades.

























terça-feira, 7 de maio de 2013

Dia 07 de maio: Sucre - Potosí 160 kms



Hoje levantamos um pouco mais tarde, tomamos um café reforçado no hotel, e saímos correndo para a praça para não perder o ônibus que leva os turistas ao Parque Cretáceo, o “Parque dos Dinossauros” de Sucre; em Sucre foram encontrados vários fósseis e também é o lugar onde existem mais pegadas ou rasto de dinossauro do mundo, essas pegadas se conservaram, graças ao choque das placas tectônicas que formaram a cordilheira; então esse paredão onde se observa as pegadas que era na horizontal, se levantou e ficou num ângulo de 72º, possibilitando assim sua conservação. Chegamos da visita ao parque, fizemos algumas fotos da praça principal, bem como da Casa de La Libertad, onde Simon Bolívar decretou a independência da Bolívia; Sucre é uma linda cidade, está a 2.800 msnm e a temperatura hoje se manteve entre 18 e 20º. Depois de arrumar a bagagem, partimos rumo a Potosí em uma estrada e paisagens lindíssimas; passamos por várias lavouras, nessa época os campesinos estão colhendo feijão, milho e trigo; achei interessante como eles batem (inclusive no Brasil, quando não se tem maquinário, se bate nas ramas do pé de feijão, para que ele se solte da vagem, com o cambão, que é um pau amarrado a um pedaço de ferro desses de construção) o feijão aqui , eu vi um homem, uma mulher e um menino, rodando em cima do feijão, puxando dois burrinhos, para que assim o feijão se solte da vagem; outra coisa interessante que vi hoje foi uma tela de ferro que tem em cima das caçambas que puxam cascalho, para que quando a carregadeira jogar o cascalho, só entrar o cascalho ou pedras na bitola desejada; seguindo cheguei numa região que estava todos colhendo trigo, desci da moto e fui dar uma olhada de perto; seguimos e logo chegamos em Potosí, com seu título de cidade mais alta do mundo, Potosí está a 4.100 msnm +-;  é uma cidade muito fria, mas também muito bonita; amanhã de manhã visitaremos o Cerro Rico, antiga mina de prata, a maior que já existiu no mundo, hoje aqui se extrai apenas estanho; e na parte da tarde nos deslocaremos para Uyuni.