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...bem vindo a porta que te levará a viajar comigo; que te fará meu companheiro(a) em cada nova aventura... e história nas antigas; venha, vamos juntos conhecer o mundo... Andarilho.

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Rolim de Moura, Rondônia, Brazil
...Motociclista aventureiro, apaixonado pela vida e pela liberdade... ...Antonio o Andarilho; é natural de Dourados –MS, tem 42 anos; autodidata em moto turismo; é otimista, prega e tem por objetivo: viver a vida intensamente com responsabilidade; preza pela direção defensiva e responsabilidade no trânsito, é disciplinado e adora desafios; membro das redes: Brazil Rider's, AME-BR e Irmandade Sem Fronteiras ; fundador e membro ativo do Moto Grupo Expedicionários da Amazônia; também membro da Iron Butt Association, Iron Butt # 45.581 do mundo; não é apegado a bens materiais; vive em Rolim de Moura –Rondônia -Brasil, com sua esposa e dois filhos menores; ex militar do Exército, atualmente comerciante; possui vasta experiência em viagens de curto, médio e longo alcance; e tem prazer em planejar, organizar e executar expedições, viagens e passeios; sempre muito bem acompanhado por sua fiel companheira "Sarita", sua Nx 350 Sahara 1999, a qual possui e viajam juntos a muitos anos; conhecedor da mecânica básica de motos; fala espanhol; e possui curso e estágio de 1ºs socorros e sobrevivência do Exército Brasileiro. Informações e contato; e-mail: andarilhoexpedicoes@gmail.com

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Expedição Machu Picchu; 3º dia-04 de julho de 2008

Depois de quase 10 anos encontrei meu caderninho com nosso diário de bordo e então estou postando...

Levantamos, tomamos café e fomos até a fronteira Brasil/Bolívia, na ANVISA, para tirar a carteira internacional de febre amarela do Roberto; mas ainda estava fechado, então aproveitamos e entramos na Bolívia comprar alguns apetrechos necessários na viagem. Na volta deu tudo certo; o Roberto conseguiu fazer a carteira dele. Voltamos pro hotel arrumamos a bagagem nas motos e seguimos para Assis Brasil. Chegamos, almoçamos e logo mais fomos até a Polícia Federal, informar nossa saída e assim pegar o carimbo necessário na imigração peruana. Então muito entusiasmados e animados seguimos para o Peru; cruzamos a ponte e chegamos em Iñapari na imigração, onde deu tudo certo, todos os trâmites; imigração, e importação temporária de veículos. O câmbio: com R$ 1,00 compramos $ 1,60 soles; muito bom. (Nota: Seguro não fizemos, não era cobrado na época; nem ficamos sabendo que existia um seguro; hoje o SOAT.)  Dali seguimos para Puerto Maldonado; rodamos por asfalto 80 km até San Lorenzo, onde abastecemos. Dali pra frente foram 150 km de estrada de terra muito ruim; alguns pedaços em construção, pista molhada, alguns trechos com aquelas pedras redondas tipo seixo; que levam a moto para onde elas querem, muito difícil a pilotagem. Entrou a noite nós ainda na estrada; longe ainda... muita poeira. Então passou um caminhão caçamba, daqueles bem grandes, e a estrada sumiu; devagar tentei ir para a beira da estrada para evitar ser atropelado por outro caminhão, pois a visibilidade era zero. Cheguei bem antes do esperado no barranco, e deitei com a moto; fiquei com minha perna direita presa; a moto estava bem pesada e foi difícil tirar todo aquele peso de cima de mim. Levantei a moto não sei como, mas a mesma não pegava; até que o Roberto sentindo falta do meu farol, voltou e me ajudou a fazer a moto pegar. Passado o susto, seguimos até chegar às pequenas balsas na beira do Rio Madre de Diós. (Nota: hoje aquela linda ponte na chegada de Puerto Maldonado.) Passamos as motos em cima de uma tábua, já dentro da balsa tivemos que virar a moto para trás, pois a balsa só tinha uma entrada/saída; foi muito difícil manobrar as motos dentro da minúscula balsa. O rapaz da balsa nos disse que era simples virar a moto, era só usar o pezinho; então dissemos a ele que com aquele peso todo, com certeza quebraríamos o pezinho das motos. Fomos girando devagar as motos, fazendo um vai e vem até girar as motos 180° e saímos pelo mesmo lado que entramos. Já desembarcados, saímos a procura de um hotel; ficamos no Hotel Royal, que é muito bom porque tem um pátio interno onde podemos guardar as motos bem próximo de nosso quarto. Nós e as motos, bem como nossa bagagem, era só poeira, muita mesma. Mas a alegria de estar ali era maior. Tomamos um bom banho e saímos para jantar; comemos frango com salada, regado à coca-cola; e então fomos descansar.




 Roberto "mocozando" o dinheiro ainda no hotel em Epitaciolândia



 Rumo a Assis Brasil





 Assis Brasil-AC



 Assis Brasil

 Almoço em Assis Brasil

 De volta para os trâmites na PF









 Alegria em estar ali

 Tríplice Fronteira Brasil, Peru e Bolívia













 Iñapari - Peru



 Abastecendo as motos





 Trâmites de entrada no Peru

 Estrada de terra para Puerto Maldonado





 Chegamos em Puerto Maldonado só a poeira



 Rapadura é doce mas não é mole não kkkkkkkkkkkkk

 Puerto Maldonado



 Nossa bagagem ficou assim

Hotel em Puerto Maldonado

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Expedição Machu Picchu; 2º dia-03 de julho de 2008

Depois de quase 10 anos encontrei meu caderninho com nosso diário de bordo e então estou postando...

Acordamos as 06:00 h da manhã, carregamos as motos, tomamos café, e fomos novamente para o aeroporto; e nada novamente. Dali fomos até uma oficina trocar o cabo de embreagem de minha moto, que apresentou problema. Cabo trocado, motos abastecidas; pegamos estrada às 09:45 h rumo a Brasiléia. Abastecemos novamente em Embaúba; paramos no Castelinho para um lanche que foi nosso almoço. Ali conhecemos dois senhores que nos deram a dica de não irmos por Rio Branco, mas de pegar a Estrada do Pacífico um pouco antes; ótima dica. Seguimos para a balsa, cruzamos o Rio Madeira e tocamos para Epitaciolândia, aonde chegamos por volta das 19:30 h. Nos hospedamos no Hotel Epitácio; jantamos na Churrascaria do Armado, ali próximo do hotel mesmo e fomos descansar.




 Porto Velho



 Saída de Porto Velho

 Embaúba

 Castelinho



 Pegando as dicas com os dois amigos

 Rio Madeira



 Balsa sobre o Rio Madeira









 Bolívia

 Rio Abunã



 Acre

 Estrada do Pacífico